Paul McCartney, o cantor mais rico do mundo e o ranking dos 50+

Paul Mccartney ainda é o cantor mais rico do mundo, com cerca de 800 milhões de libras, de acordo com o site Celebrity Net Worth. A lista compilada pelo site lista 58 figurões, entre eles Mick Jagger, Phil Collins e Dave Grohl nas dez primeiras posições.

imagem: Paul McCartney

Mas o ex-Beatle está 200 milhões mais rico do que o segundo colocado, o líder do U2, Bono. Confira abaixo a lista divulgada pelo site:

 Paul McCartney £800m
 Bono Vox £600m
 Jimmy Buffett £400m
 Elton John £320m
 Mick Jagger £305m
 Sting £290m
 Phil Collins £250m
 Dave Matthews £250m
 Prince £250m
10º  Dave Grohl £225m
11º  Rod Stewart £220m
12º  David Bowie £215m
13º  Bruce Springsteen £200m
14º  James Hetfield £175m
15º  Axl Rose £150m
16º  Roger Waters £145m
17º  David Gilmour £130m
18º  Steven Tyler £130m
19º  Jon Bon Jovi £125m
20º  Anthony Kiedis £120m
21º  Sammy Hagar £120m
22º  Robert Plant £120m
23º  Bruce Dickinson £115m
24º  Eric Clapton £115m
25º  Brian Johnson £90m
26º  Ozzy Osbourne £90m
27º  Gwen Steffani £80m
28º  Eddie Vedder £80m
29º  Bob Dylan £80m
30º  Brian Wilson £75m
31º  Michael Stipe £75m
32º  Trey Anastasio £75m
33º  Joe Elliot £70m
34º  Peter Gabriel £70m
35º  John Fogerty £68m
36º  Steve Nicks £65m
37º  Roger Daltrey £65m
38º  Chris Cornell £60m
39º  Mark Hoppus £60m
40º  Tom DeLonge £60m
41º  Chris Martin £60m
42º  Billie Joe Armstrong £55m
43º  Liam Gallagher £50m
44º  Zack de la Rocha £50m
45º  Vince Neil £50m
46º  Steve Perry £45m
47º  Jon Anderson £45m
48º  Maynard James Keenan £45m
49º  Jonathan Davis £45m
50º  David Lee Roth £40m
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As 50 cidades mais violentas do mundo

Tráfico de drogas, poder público fraco e desigualdade social estão entre os principais motivos da violência nas cidades do mundo. Um estudo de 2011 mostra que entre as  50 cidades com maior número de homicídios, 14 delas estão no Brasil, 12 no México, 5 na Colômbia, 4 nos Estados Unidos, 4 na África do Sul, 3 na Venezuela, 2 em Honduras, 1 na Jamaica, 1 na Guatemala, 1 em El Salvador, 1 no Panamá e 1 no Iraque.

Cidade de San Pedro Sula, Honduras

Cidade de San Pedro Sula em Honduras. Uma das maiores taxas de homicídios do mundo.

POS PAÍS CIDADE HOMICÍDIOS POPULAÇÃO * TAXA
 1º  Honduras  San Pedro Sula  1.143  719.447  158,87
 2º  México  Juarez  1.974  1335.890  147,77
 3º  Brasil  Maceió  1.564  1.156.278  135,26
 4º  México  Acapulco  1.029  804.412  127,92
 5º  Honduras  Distrito Central  1.123  1.126.534  99,69
 6º  Venezuela  Caracas  3.164  3.205.463  98,71
 7º  México  Torreón  990  1.128.152  87,75
 8º  México  Chihuahua  690  831.693  82,96
 9º  México  Durango  474  593.389  79,88
 10º  Brasil  Belém  1.639  2.100.319  78,04
 11º  Colômbia  Cali  1.720  2.207.994  77,90
 12º  Guatemala  Guatemala  2.248  3.014.060  74,58
 13º  México  Culiacan  649  871.620  74,46
 14º  Colômbia  Medelin  1.624  2.309.446  70,32
 15º  México  Mazatlan  307  445.343  68,94
 16º  México  Tepic  299  439.362  68,05
 17º  Brasil  Vitória  1.143  1.685.384  67,82
 18º  México  Veracruz  418  697.414  59,94
 19º  Venezuela  Ciudad Guayana  554  940.477  58,91
 20º  El Salvador  San Salvador  1.343  2.290.790  58,63
 21º  Estados Unidos  New Orleans  199  343.829  57,88
 22º  Brasil  Salvador  2.037  3.574.804  56,89
 23º  Colômbia  Cucuta  335  597.385  56.08
 24º  Venezuela  Barquisimeto  621  1.120.718  55,41
 25º  Porto Rico  San Juan  225  447.789  52,60
 26º  Brasil  Manaus  1.079  2.106.866  51,21
 27º  Brasil  São Luís  516  1.014.837  50.85
 28º  México  Nuevo Laredo  191  389.674  49,02
 29º  Brasil  João Pessoa  583  1.198.675  48,64
 30º  Estados Unidos  Detroit  346  713.777  48,47
 31º  Brasil  Cuiabá  403  834.060  48,32
 32º  Brasil  Recife  1.793  3.717.640  48,23
 33º  Jamaica  Kingston  550  1.169.808  47,02
 34º  África do Sul  Cidade do Cabo  1.614  3.497.097  46,15
 35º  Colômbia  Pereira  177  383.623  46,14
 36º  Brasil  Macapá  225  499.116  45,08
 37º  Brasil  Fortaleza  1.514  3.529.138  42,90
 38º  México  Monterrey  1.680  4.160.339  40,38
 39º  Brasil  Curitiba  720  1.890.272  38,09
 40º  Brasil  Goiânia  484  1.302.001  37,17
 41º  África do Sul  Port Elizabeth  381  1.050.930  36,95
 42º  Colômbia  Barranquilla  424  1.182.493  35,86
 43º  Estados Unidos  St. Louis  113  319.294  35,39
 44º  Iraque  Mosul  636  1.800.000  35,33
 45º  Brasil  Belo Horizonte  1.680  4.883.721  34,40
 46º  Panamá  Panamá  543  1.713.070  31,70
 47º  México  Cuernavaca  198  630.174  31,42
 48º  Estados Unidos  Baltimore  195  620.961  31,40
 49º  África do Sul  Durban  1.059  3.468.087  30,54
 50º  África  Johannesburg  1.186  3.888.180  30,50

Muitas cidades africanas, asiáticas e do oriente médio (que encabeçariam o ranking), não entraram na conta pois não fornecem dados e estatísticas precisos sobre homicídios. Para se ter uma noção do que os números acima representam, a taxa de homicídio na cidade de Nova York (considerada a mais segura dos Estados Unidos) é de apenas 4,5 mortes para cada 100.000 habitantes, muito longe da taxa de 158,87 apresentada por San Pedro Sula.

*taxa de 1 a cada 100.000

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Fonte: Consejo Ciudadano para la Seguridad Pública y la Justicia Penal A.C., 2012.

Download do estudo completo: http://www.seguridadjusticiaypaz.org.mx/biblioteca/view.download/5/145

O ranking dos politicos

Ranking dos políticos.

Todo brasileiro sabe onde e quando o governo ineficiente e corrupto o prejudica. A solução para isto, todo mundo sabe: vote consciente! Escolha bem seu candidato! Mas em meio a tantas noticias de corrupção e crimes escancarados cometidos por tantos e tantos membros do governo, que ninguém sabe como escolher um bom candidato. A impressão que se tem, é a de que nem mesmo exista “bons candidatos”. Por estes dias vi no Facebook um link sobre o site “Politicos.org, onde seus idealizadores (Alexandre Ostrowiecki e Renato Feder) montaram um ranking pontuando cada político de acordo com seu desempenho frente ao cargo e de acordo com o número de processos que cada um tem (ou não) contra si.

A iniciativa pode não ser uma ferramenta completa e definitiva para se escolher um candidato, mas é um ponto de partida para que o povo comece a desenvolver critérios para escolher melhor seus parlamentares, separar os bons dos muito ruins. Talvez seja também um aviso aos políticos mal intencionados de que a sociedade  está começando a pesá-los na balança.

www.politicos.org.br

As marcas de motocicletas no Reclame Aqui

O site Reclameaqui.com.br compila reclamações de consumidores de produtos e serviços do Brasil inteiro. Fiz uma breve pesquisa sobre a relação de alguns fabricantes de motocicletas com as reclamações de seus clientes e consegui algumas informações que possam ajudar alguns leitores a ter uma visão de pós-venda antes de comprar uma moto.

E antes que me perguntem sobre Honda e Kawasaki, elas não estão citadas na pesquisa, pois o reclameaqui.com estava “coletando dados” destas duas marcas. Procurei também por reclamações contra a Harley-Davidson que agora tem representação oficial no Brtasil, mas não constava reclamação alguma quanto à marca. Neste caso, pode ser que hajam reclamações contra o antigo representante, o Grupo Izzo. Mas aí não seria necessariamente contra a Harley-Davidson.

As mais reclamadas

Quanto ao número de reclamações, a Dafra perdeu disparado com 1032. Por ser relativamente  nova no mercado, ainda careça de know-how quanto ao atendimento pós-venda. Talvez tenha perdido para a Kasinski por vender um volume maior de motocicletas e por consequência ter também um número maior de reclamações. A Yamaha tem o segundo maior número de reclamações com 862, mas o fato de vender um volume maior de unidades justifica este número?

Problemas vs. Soluções

Tudo bem! Temos que levar em conta que levar em conta, o fato de que nenhum produto é a prova de defeitos. Então se os problemas existem, as soluções devem existir na mesma proporção (pelo menos em tese). No gráfico abaixo, você confere quais os níveis de atenção as marcas dão às reclamações dos clientes e qual o percentual de resolução dos defeitos apresentados elas conseguem atingir.

Mas o fato de ouvir as reclamações de seus consumidores, não significa que as marcas são eficientes na hora de resolver os problemas apresentados. Prova disto, é a Yamaha que alcança quase 100% na hora de atender as reclamações de seus clientes, mas que tem o pior índice de solução para tais problemas. E justiça seja feita: se a Dafra, como foi dito lá em cima tem o maior número de reclamações, é a que também consegue o melhor desempenho na hora de solucionar as reclamações. Aqui BMW e Suzuki são apenas razoáveis em ambos os critérios. A Kasinski que sempre é apedrejada no pós-vendas, faz por merecer. É que menos se preocupa em atender as reclamações e tem um péssimo índice de resolução dos problemas.

Quanto tempo vai demorar?

Os problemas existem, são ouvidos e (às vezes) solucionados. Mas quanto tempo demora, desde a reclamação e a resolução do problemas? Neste ponto, a Yamaha volta ao topo com um prazo médio de quase 10 dias. A que mais demora em resolver a insatisfação de seus clientes é a Kasinski que tem um tempo médio de 68 dias para trazer uma solução. Aqui a Dafra também deixa a desejar: 55,3 dias em média.

E o que diz o consumidor?

No site, o consumidor pode pontuar a empresa de acordo com seu desempenho em resolver as reclamações. Segundo os reclamantes, Dafra e BMW são as melhores (4,95 e 4,44 pontos, respectivamente), Suzuki não fica muito atrás, enquanto Kasinski e Yamaha amargam o pior desempenho com notas abaixo dos 3 pontos. Quanto a voltar a consumir produtos da marca, BMW e Dafra alcançaram o melhor desempenho com quase metade dos reclamantes alegando que voltariam a consumir produtos destas marcas. Kasinski ficou na lanterna de novo com apenas 27,8% dos consumidores voltando a uma de suas concessionárias para comprar novamente. Suzuki e Yamaha ficam na média. Mas todos estes números poderiam ser melhores!

Conclusão!

Marcas novatas como a Dafra, podem ser uma boa opção na hora do pós-venda. O número de reclamações mostra que você pode vir a ter problemas com algum produto desta marca, mas por outro lado, terá 75% de chance de ter sua reclamação resolvida, nem que demore quase dois meses.

Uma marca premium como BMW deveria ter um melhor nível de atendimento às reclamações de seus clientes. O percentual de reclamações solucionadas é inaceitável para uma marca que vende motocicletas que chegam a custar 100 mil reais. Metade dos clientes voltariam a comprar uma BMW, mas a outra metade não!

A Suzuki ouve seus clientes, tem um índice razoável de solução de problemas, mas exigem um prazo longo para resolvê-los: pouco mais de um mês. Apenas 37% dos reclamantes da marca voltariam a uma loja da Suzuki.

Uma marca consolidada como a Yamaha deveria ter um desempenho melhor nesta pesquisa, pois perdeu até para a Kasinski na hora de solucionar os problemas de seus clientes, que lhe deram uma péssima nota de avaliação: 2,66. Tem apenas 16% a menos de reclamações do que a Dafra. As únicas vantagens que um consumidor insatisfeito terá com a Yamaha, é a de que sua reclamação terá 98% de chances de ser lida e que será atendida em aproximadamente 10 dias. Mas se levarmos em conta que menos da metade das reclamações são solucionadas, a Yamaha é uma péssima opção.

Considerações finais

Esta pesquisa envolve apenas reclamações feitas no site Reclameaqui.com.br, ou seja, é apenas uma pequena mostra de clientes insatisfeitos e soluções alcançadas. Deve-se levar em consideração que tantas outras reclamações podem estar em andamento junto a tribunais e conselhos de proteção ao consumidor, bem como tantas outras reclamações podem alcançar soluções pelas marcas e fabricantes aqui citados.

Top 10 Giro D’Itália 2012

O canadense Ryder Hesjedal venceu na classificação geral do Giro D’Italia 2012. Confira o ranking com os dez primeiros colocados do torneio.

RANKING CICLISTA PAÍS EQUIPE TEMPO “DIF.
HESJEDAL Ryder CAN GRM 91:39:02 0:00
RODRIGUEZ OLIVER Joaquin ESP KAT 91:39:18 +0:16
DE GENDT Thomas BEL VCD 91:40:41 +1:39
SCARPONI Michele ITA LAM 91:41:07 +2:05
BASSO Ivan ITA LIQ 91:42:46 +3:44
CUNEGO Damiano ITA LAM 91:43:42 +4:40
URAN URAN Rigoberto COL SKY 91:44:59 +5:57
POZZOVIVO Domenico ITA COG 91:45:30 +6:28
HENAO MONTOYA Sergio Luis COL SKY 91:46:52 +7:50
10º NIEVE ITURALDE Mikel ESP EUS 91:47:10 +8:08

Veja o ranking completo do Giro D’Itália 2012

A onda das 250 cilindradas

Elas não são tão fracas quanto as 125 cc, tem um bom consumo e não são tão caras quanto as médias cilindradas. Mas mesmo assim, o mercado das 250 cc demorou a embalar no Brasil. Seguindo a lógica, elas são a escolha mais racional para quem quer um compromisso entre cidade e estrada.

Os novos lançamentos demonstram que os fabricantes e importadores começaram a enxergar o potencial deste nicho de mercado:

HONDA: Desde o inicio de 2011 sites e blogs especializados no assunto noticiavam a chegada da CBR 250R ao Brasil em setembro daquele mesmo ano. Agora em 2012 as mesmas noticias de que a rival da Ninja 250R e Comet GT-R está para chegar. A Honda não confirma nada e foca seus esforços para dominar também o mercado das grandes cilindradas.

SUZUKI: Abandonou o mercado das 250cc em 2003 quando deixou de comercializar a Intruder 250. Desde então tem um vão entre as Yes e Intruder 125 e a GS 500. Correm rumores de que a Inazuma 250 (GW 250 na China) chegaria ao Brasil no primeiro trimestre de 2013. Mas em se tratando de J.Toledo é pouco provável.

DAFRA: a marca mais ativa neste segmento, a Dafra trouxe a scooter Citycom 300i (na verdade é uma 260cc) em 2011, está lançando a Roadwin 250R para concorrer com Ninja 250 e Comet GT-R; e promete a Next 250 em 2013 para brigar com CB 300, Fazer 250 e Comet.

Entre lançamentos e descontinuação de modelos, o mercado brasileiro nunca teve tantas ofertas entre as 250cc como terá entre 2012 e 2013. Acompanhe no gráfico abaixo as indas e vindas da oferta de motocicletas 250cc no Brasil desde 2001 quando a Honda lançou a dupla Twister/Tornado, passando pela extinção da Virago e Intruder,  até 2013 quando deverão chegar novos modelos no segmento.

Quais são as 10 profissões mais felizes e infelizes do mundo?

Os profissionais mais felizes do mundo, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Chicago (EUA), são os membros do clero. Faz sentido, né? Taí uma profissão em que, se o pessoal fosse infeliz, ficaria feio.

Dá uma olhada no top 10.

1 – Clérigos
2 – Bombeiros
3 – Fisioterapeutas
4 – Escritores
5 – Professores de educação especial
6 – Professores
7 – Artistas
8 – Psicólogos
9 – Vendedores de serviços financeiros
10 – Engenheiros de operação

A maioria desses trabalhos se baseia em ajudar pessoas — é a isso que os pesquisadores creditam a boa colocação no ranking. Para outros, como escritores e artistas, parece que aautonomia e a liberdade de expressão são as responsáveis pela felicidade. Os vendedores de serviços financeiros, por sua vez, ganham comissões generosas, e os engenheiros de operação talvez se divirtam com brinquedões como escavadeiras e guindastes.

Como bônus, pega aí o top 10 das profissões mais infelizes do mundo, feito pelo siteCareerBliss — elas, curiosamente, tendem a ser mais bem pagas do que as profissões listadas acima (e mais chatas também, impossível não dizer).

1 – Diretor de tecnologia da informação
2 – Diretor de vendas e marketing
3 – Gerente de produto
4 – Desenvolvedor web sênior
5 – Especialista técnico
6 – Técnico em eletrônica
7 – Secretário judicial
8 – Analista de suporte técnico
9 – Operador de CNC
10 – Gerente de marketing

E aí, se encontrou no meio de algum desses dois rankings?