Onde estão as empresas mais éticas

Uma pesquisa investiga a percepção sobre a honestidade das empresas de 28 países

Marco Vergotti e Alberto Cairo

Num mundo cada vez mais interligado, o comportamento social das empresas é um fator -chave para o desenvolvimento. Uma pesquisa da Transparência Internacional – organização que, desde 1993, se dedica a estudos sobre a corrupção global – investigou a probabilidade de que empresas dos 28 países mais ricos se envolvam em esquemas de corrupção quando atuam além de suas fronteiras. Esses esquemas podem estar destinados à compra de favores tanto de servidores públicos quanto de outras empresas. O estudo, publicado no final de outubro, mostrou que empresas de países emergentes como Rússia, China, México e Índia, cada vez mais ativas internacionalmente, são qualificadas como as mais corruptas pelos mais de 3 mil executivos que responderam ao questionário. No mesmo grupo, o Brasil é percebido como um país de empresários relativamente honestos. Sua pontuação está  na média do índice de honestidade criado para a pesquisa. Deborah Hardoon e Finn Heinrich, autores do relatório, afirmam que a corrupção empresarial não apenas gera um problema de credibilidade, como também afeta o crescimento econômico. A solução? Maior transparência no setor público, leis mais duras contra a corrupção e respeito aos tratados internacionais de comérico.

A Transparência Internacional perguntou aos executivos entrevistados qual é a chance de as empresas de determinado país se envolverem em esquemas de corrupção. Quanto maior a pontuação, maior a percepção de honestidade

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fonte: Transparency International’s 2011 Bride Payers Survey ( http://bpi.transparency.org )

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As viúvas de Hitler contra a Miss Universo

A Miss Universo é negra, africana e linda! E nenhuma outra poderia ilustrar melhor o momento de transformação pelo qual o mundo passa. E não há nada que os neo-nazistas possam fazer! 

O título deste artigo, até parece título de filme do James Bond, mas não é. Quando Hitler se suicidou durante o fim da Segunda Guerra Mundial, ele livrou a humanidade de sua péssima companhia, mas infelizmente deixou uma ideologia que nasceu falida: a eugenia em prol de uma raça ariana, superior que sub-julgaria todas as outras etnias. E até hoje um bando de viúvas de Hitler ainda tenta manter viva esta ideia miserável de atacar indivíduos ou grupos que não se enquadram às suas idéias racistas.

Semana passada, quando a angolana Leila Lopes ganhou o prêmio de Miss Universo, algumas “viúvas de Hitler” foram à internet escondidas em foruns neo-nazistas e começaram a ofender a bela angolana sob todas as formas num protesto besta e mudo contra algo irreversível: um mundo cada vez menos xenofóbico e livre. Num tempo em que países como Brasil, India e China financiam nações europeias em crise econômica e povos na África e Oriente Médio se levantam e derrubam ditadores opressores, a coroação de uma africana como Miss Universo ilustra muito bem o momento de transformação positiva pelo qual mundo passa: nações antes relegadas ao segundo plano, agora tem voz no mundo… povos oprimidos por décadas se unem e se libertam de seus ditadores e países ricos em crise reavaliam suas responsabilidades sociais.

Mas voltando ao assunto aos neo-nazistas caberá apenas seu triste e limitado destino: continuar choramingando como um bando de viúvas por uma ideologia que nasceu e continuará morta. O fato de ofenderem racialmente qualquer pessoa que seja, não fará com que a “raça ariana” domine o mundo, assim como o fato dos terroristas islâmicos explodirem bombas por aí, não destruirá o ocidente ou os judeus. Essa gente raivosa, racista, nazista, terrorista é amargurada assim, pois sabem que lutam uma guerra perdida. E felizmente as “Leilas Lopes” do mundo continuarão vencendo.

Lytro, a fotografia do século 21

A empresa norte-americana Lytro promete revolucionar a fotografia digital com um novo recurso tecnológico que permitirá alterar o foco de uma fotografia posteriormente por meio de um software. A câmera ainda não foi lançada mas a companhia já conta com milhões de reservas do produto no mundo todo.

Conceito do campo de luz

A Lytro está colocando em prática o conceito de “campo de luz”, que define a focalização dos objetos numa foto. Neste conceito, os objetos a serem fotografados emitem raios de luz em todas as direções dentro de uma cena, e é a captação destes raios de luz que define o foco dos objetos fotografados.

Como funciona

O segredo da Lytro é um sensor que consegue captar informações como cor, intensidade e direção vetorial dos raios de luz na cena. Esta informação direcional é completamente perdida nos sensores das câmeras convencionais, que simplesmente capta todos os raios de luz e os interpreta como uma fonte de luz simples. Na prática, é como se a nova  câmera batesse várias fotografias ao mesmo tempo com distâncias focais diferentes e reunisse toda essa informação em um só arquivo. Fazer isso com uma câmera normal implicaria em várias imagens diferentes.

Com as informações adcionais captadas pelo sensor, sofisticados algoritmos num software permitem usar completamente o campo de luz para alcançar novos recursos como alterar o foco de uma fotografia, obter imagens nítidas com pouca luz e até fotos 3D.

Na imagem abaixo, pode-se ver uma mesma fotografia feita com uma câmera Lytro com três ajustes foco diferentes.


Confira a galeria de imagens da Lytro e brinque um pouco com o efeito do software.

Os pastores do mar

Todos os anos, navios baleeiros japoneses vão para o oceano antártico e caçam baleias com arpões explosivos. A caça é meramente comercial e ignora o fato das baleias estarem entrando em extinção. Muitos governos e entidades rejeitam a caçada, mas não tomam atitudes práticas para frear as ações dos caçadores. É aí que entra o Sea Shepherd.

A Sea Shepherd é uma ONG de proteção ambiental criada em 1977 por Paul Watson, um ex-ativista do Greenpeace que decidiu fundar seu próprio grupo de defesa ambiental por defender o uso de ações mais efetivas contra os “criminosos da natureza”. O grupo possui três barcos: MY Steve Irwin, Bob Barker e o MV Brigitte Bardot , tripulados por ativistas de vários países engajados na luta contra a caça predatória nos oceanos do mundo inteiro. São médicos, engenheiros, fotógrafos, oceanógrafos, veterinários, etc. Atuam contra a matança de baleias na Antártica, contra a caça às focas no Canadá e em qualquer parte do planeta onde haja abuso humano contra o ecossistema marinho.

Basicamente, a ação do Sea Shepherd é perseguir “navios de pesquisa” (baleeiros disfarçados) para inibir a caça às baleias, mas também incluem sabotagem de navios baleeiros em portos, lançamento de garrafas com ácido butírico contra a tripulação, dano aos motores dos navios predatórios, danos a redes de pesca e até colisões em alto mar. Ações tão enérgicas renderam ao grupo a fama de terroristas e até piratas por parte da imprensa e principalmente pelo governo japonês que lucra com a caça predatória.

Em 2009 um navio japonês se lançou contra a lancha de alta performance Ady Gil utilizada pelo grupo na tentativa de bloqueá-lo e evitar a captura de uma baleia. A lancha ficou seriamente danificada, o ativista neo-zelandês Pete Bethune invadiu o navio japonês para efetuar uma prisão civil contra o capitão do navio sob acusação de tentativa de assassinato dos seis ativistas a bordo da lancha. Bethune foi dominado pela tripulação japonesa e levado a julgamento e condenado a dois anos de prisão.

Os japoneses que faturam milhões de dólares anuais com a caça indiscriminada de baleias dizem que não vão se intimidar com as ações do grupo e que continuarão suas pesquisas cientificas (a caça às baleias é repudiada pela comunidade internacional, por isso os japoneses disfarçam suas ações predatórias como pesquisa cientifica)… por outro lado, Paul Watson e seus “pastores do mar” dizem que enquanto houver matança de baleias, continuarão sua luta pelos mares do mundo. Eu torço pelos pastores do mar, e você ?

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Mais em: http://www.seashepherd.org/

Próxima estação: Arte 2

Mais algumas das estações mais fantásticas do mundo! Verdadeiras galerias de arte. Boa viagem

Beijing South Station: Pequim, China

City Hall Station - Nova York, EUA

City Hall Station - Nova York, EUA

Estação do Oriente - Lisboa, Portugal

Ladvi Metro Station - Praga, República Tcheca

Salário mínimo no mundo

Bem... o Brasil está bem mais embaixo, se quiser vê-lo, clique no link abaixo =-(

Nossos amigos (da onça) lá de Brasilia ficam fazendo e refazendo contas antes de autorizarem qualquer mísero aumento no salário mínimo, e quando o aumento finalmente vem, algum ministro figurão ou mesmo o presidente vai à TV fazer um pronunciamento heróico, sobre o “novo salário” mínimo que aumentou R$50,00. É verdade que estamos longe dos R$ 3.569,14 do salário mínimo dinamarquês, mas por outro lado estamos muito acima dos R$ 14,26 pagos no Burundi. Só para informação, o melhor salário mínimo da América Latina é pago pelos nossos hermanos argentinos: R$ 1.259,17   =-(

>> Confira a lista completa com o valor do salário mínimo pago em 159 países

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fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Minimum_wages