Top 10 Giro D’Itália 2012

O canadense Ryder Hesjedal venceu na classificação geral do Giro D’Italia 2012. Confira o ranking com os dez primeiros colocados do torneio.

RANKING CICLISTA PAÍS EQUIPE TEMPO “DIF.
HESJEDAL Ryder CAN GRM 91:39:02 0:00
RODRIGUEZ OLIVER Joaquin ESP KAT 91:39:18 +0:16
DE GENDT Thomas BEL VCD 91:40:41 +1:39
SCARPONI Michele ITA LAM 91:41:07 +2:05
BASSO Ivan ITA LIQ 91:42:46 +3:44
CUNEGO Damiano ITA LAM 91:43:42 +4:40
URAN URAN Rigoberto COL SKY 91:44:59 +5:57
POZZOVIVO Domenico ITA COG 91:45:30 +6:28
HENAO MONTOYA Sergio Luis COL SKY 91:46:52 +7:50
10º NIEVE ITURALDE Mikel ESP EUS 91:47:10 +8:08

Veja o ranking completo do Giro D’Itália 2012

Onde estão as empresas mais éticas

Uma pesquisa investiga a percepção sobre a honestidade das empresas de 28 países

Marco Vergotti e Alberto Cairo

Num mundo cada vez mais interligado, o comportamento social das empresas é um fator -chave para o desenvolvimento. Uma pesquisa da Transparência Internacional – organização que, desde 1993, se dedica a estudos sobre a corrupção global – investigou a probabilidade de que empresas dos 28 países mais ricos se envolvam em esquemas de corrupção quando atuam além de suas fronteiras. Esses esquemas podem estar destinados à compra de favores tanto de servidores públicos quanto de outras empresas. O estudo, publicado no final de outubro, mostrou que empresas de países emergentes como Rússia, China, México e Índia, cada vez mais ativas internacionalmente, são qualificadas como as mais corruptas pelos mais de 3 mil executivos que responderam ao questionário. No mesmo grupo, o Brasil é percebido como um país de empresários relativamente honestos. Sua pontuação está  na média do índice de honestidade criado para a pesquisa. Deborah Hardoon e Finn Heinrich, autores do relatório, afirmam que a corrupção empresarial não apenas gera um problema de credibilidade, como também afeta o crescimento econômico. A solução? Maior transparência no setor público, leis mais duras contra a corrupção e respeito aos tratados internacionais de comérico.

A Transparência Internacional perguntou aos executivos entrevistados qual é a chance de as empresas de determinado país se envolverem em esquemas de corrupção. Quanto maior a pontuação, maior a percepção de honestidade

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fonte: Transparency International’s 2011 Bride Payers Survey ( http://bpi.transparency.org )

Einstein caiu do cavalo?

Os neutrinos que teriam ultrapassado a velocidade da luz em setembro podem ter derrubado a teoria mais brilhante da humanidade? Não. Mas eles talvez façam bem mais do que isso.

Texto: Alexandre Versignassi
 

Até outro dia, a velocidade da luz era o limite. Nada no universo poderia ir mais rápido do que  1,08 bilhões de km/h. Agora não, pelo menos para alguns cientistas do Cern, um dos melhores centros de pesquisa do mundo. No dia 22 de setembro, eles anunciaram que a luz pode ter perdido o trono. Tinham mandado um feixe de neutrinos do laboratório do Cern, na Suíça, para outro, na Itália. Foi uma viagem de 732 quilômetros por baixo da terra, o que não é problema: os neutrinos atravessam pedra do mesmo jeito que uma bala de revólver passa por neblina. Os neutrinos foram de Genebra até Rom a em 2,43 milésimos de segundo. Chegaram 60 bilionésimos de segundo antes do que se tivessem viajado à velocidade da luz. Mas.. e daí? Qual é o problema de aluz ter perdido a “liderança” no ranking de coisas mais rápidas?

Tem um baita problema. A velocidade da luz não é como a velocidade de qualquer outra coisa. ela é a base da Teoria da Relatividade, que em ultima instância explica como o mundo funciona. Vejamos então como funciona o mundo.

Einstein formulou a Relatividade em 1905 porque estava diante de um desafio à lógica. Os físicos do século 19 tinham verificado um fenômeno além da imaginação: raios de luz pareciam fugir de quem se atrevesse a persegui-los. Se você ligar uma lanterna, estará lançando um feixe de luz (fotons) a 1,08 bilhões de km/h. Com isso em mente, imagine outro cenário: você com a lanterna de um lado e o Sebastian Vettel com o F-1 dele do outro. Lanterna e Vettel alinhados no grid para uma corrida numa reta sem fim. E é dada a largada.

Vettel chega a 300 km/h numa piscada. Pouco para os 1,08 bilhões de km/h da luz que sai da sua lanterna. Mas vamos da uma colher de chá e dizer que, aqui, o Red Bull do rapaz chegue a 1 bilhão de km/h. Sebastian acelera e vê o velocímetro chegar a 1,0799 km/h. ele está quase emparelhado com o raio de luz. Então resolve dar uma olhadinha para o lado só para conferir. O que o alemão enxerga?

Pelo senso comum, ele veria o raio quase parado. Mas não. Vettel veria o raio quase parado. Mas não vê. Vettel observaria a luz rasgando o espaço a 1,08 bilhão de km/h. Como se sua Red Bull estivesse parada… Não faz sentido. Mas é verdade.

Os físicos do século 19 sabiam  disso. E os estudantes mais aplicados também. Era o caso de Albert Einstein. Aos 16 anos, em 1985, ele se imaginou na mesma posição em que Vettel estava neste texto – como alguém disputando um racha contra um raio de luz. Einstein sabia que o raio se comportaria como se estivesse fugindo. Mas por quê? Por quê?

Dez anos depois ele encontrou a explicação: quanto mais rápido você corre, mais devagar o tempo passa dentro do seu corpo – e mais rápido fora do seu corpo. Quando se aproxima da velocidade da luz, você veria o mundo à sua volta acontecer em fast forward, em câmera acelerada. Isso, grosso modo, ajuda a explicar por que a luz sempre parece  estar a 1,08 bilhão de km/h para o nosso Vettel. Mas por que, então, nem o Vettel imaginário tem como ultrapassar a velocidade da luz? Por causa daquela regra, a de que quanto mais rápido você corre, mais lentamente o tempo passa. Os cálculos de Einstein sobre a desaceleração do tempo mostram que, se você chegar à velocidade da luz, o tempo deixa de passar. Zera. É como se o tempo fosse a gasolina da velocidade. E essa gasolina acaba no momento em que você atinge 1,08 bilhão de km/h. Ponto. Mas e os neutrinos? Segundo medições do Cern eles conseguiram o que o nosso Vettel jamais conseguiria: ultrapassaram a velocidade da luz. Einstein estava errado, então? Dificilmente. A Relatividade tem quase 100 anos de comprovações experimentais nas costas. É mais fácil que errado esteja o pessoal do ern mesmo (outros cientistas vão repetir o experimento). Mas e se a comprovação vier?

Tudo bem: uma das possibilidades é que isso prove oura teoria: a de que existem mais dimensões além das 3 que a gente conhece. Os neutrinos poderiam ter pego um “atalho” numa delas – coisa que permitiria chegar à Itália mais rápido do que um raio de luz, mas sem ultrapassar a velocidade da luz. isso não violaria nenhum principio da Relatividade – da mesma forma que as teorias de Einstein não violaram as de Newton, só aprimoraram. É assim que a ciência anda. Seja como for, uma comprovação da supervelocidade dos neutrinos traria um problema novo e inesperado para a ciência. um desafio à lógica tão grande quanto aquele que inspirou o Einstein adolescente. Um desafio que talvez só teremosd como resolver com a ajuda de um novo Einstein. As vagas estão abertas.

Bebidas destiladas

As bebidas alcóolicas fazem parte da História e da Cultura humana desde os tempos mais remotos. Infelizmente estão associadas aos problemas de alcoolismo, problemas sociais e acidentes fatais por serem utilizadas sem moderação ou responsabilidades. O infográfico mostra o país de origem, o teor alcóolico e os ingredientes de 12 tipos diferentes de bebidas destiladas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Assunto relacionado: Alcoolismo

Fontes: http://en.wikipedia.org/wiki/Tequila

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arak

http://pt.wikipedia.org/wiki/Vodca

http://pt.wikipedia.org/wiki/U%C3%ADsque

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tequila

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rum

http://pt.wikipedia.org/wiki/Grappa

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cacha%C3%A7a

http://pt.wikipedia.org/wiki/Armanhaque

http://en.wikipedia.org/wiki/Whisky

Linha Suzuki em sete países

Pesquisei a linha de motocicletas Suzuki em sete países diferentes:  Alemanha, Brasil, Espanha, França, Itália, Japão e Portugal. E constatei algumas coisas óbvias e algumas surpresas:

É óbvio!!!

1) A linha Suzuki norte-americana é a maior entre os sete com 55 modelos

2) A Suzuki dos EUA tem a maior variedade de motocicletas custom

3) O Brasil é o país com a linha mais pobre entre os sete países pesquisados: apenas 19 modelos

Surpresa!!!

1) Entre os países europeus da pesquisa, os espanhóis têm a maior opção de modelos para comprar: são 48 modelos. Só a linha norte-americana é maior.

2) No site da Suzuki japonesa, não existe nem menção de motocicletas como GSX-R, Hayabusa ou V-Strom. Em número de opções, os japoneses só ganham do Brasil e de Portugal.

3) A linha de scooters Suzuki na Itália não é tão grande quanto se supõe

Enfim, para saber mais, clique na imagem abaixo para ampliá-la e veja o mapeamento das gamas Suzuki

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Fontes: www.suzuki.es , www.suzuki.fr , www.suzuki.comwww.suzuki.co.jp, www.suzukimotos.com.br, www.suzuki.de, www.suzuki.it, www.veiculoscasal.pt