Terra vista da Estação Espacial – NASA

Sequência de fotografias tiradas pela tripulação da Estação Espacial entre os meses de agosto a outubro de 2011 – NASA. O filme mostra auroras boreais, furacões, as luzes das cidades, relâmpagos e a camada de ozônio através de um ângulo muito interessante.

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Vídeo indicado pelo meu amigo Aloisio Bom de Oliveira Júnior

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Ferrótipo

Uma forma antiga de fotografia instantânea

Em 2011, uma foto de Billy the Kid feita com ferrótipo foi vendida em um leilão por 2,3 milhões de dólares. Tirada por volta de 1880, é uma das fotos mais caras já vendidas.

O cientista americano Hamilton Smith patenteou o processo fotográfico de ferrotipia em 1856. Ele utilizava uma folha de chumbo ou ferro em vez de uma lâmina fotográfica de vidro. A folha, revestida com uma camada de asfalto, era tratada com colódio líquido e mergulhada numa solução de nitrato de prata antes de ser colocada na câmera. Os ferrótipos costumavam ter várias chapas. Um mecanismo simples as colocava na posição para serem expostas ao objeto a ser fotografado através do sistema de lentes. Cada chapa era então mergulhada em uma solução química de ácido pirogálico e, em seguida, em uma solução de tiossulfato de sódio. Em cerca de um minuto, o retrato estava revelado e fixado.

Uma Aptus Automatic de 1913, com lentes Meniscus. Uma câmeras de ferrótipos mais populares..

As câmeras costumavam ter várias lentes de forma que a mesma imagem podia ser repetida sobre a mesma folha de metal. Assim, após a exposição, cada imagem poida ser recortada da chapa.

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Lomografia

Máquinas lomográficas

Lytro, a fotografia do século 21

Lytro, a fotografia do século 21

A empresa norte-americana Lytro promete revolucionar a fotografia digital com um novo recurso tecnológico que permitirá alterar o foco de uma fotografia posteriormente por meio de um software. A câmera ainda não foi lançada mas a companhia já conta com milhões de reservas do produto no mundo todo.

Conceito do campo de luz

A Lytro está colocando em prática o conceito de “campo de luz”, que define a focalização dos objetos numa foto. Neste conceito, os objetos a serem fotografados emitem raios de luz em todas as direções dentro de uma cena, e é a captação destes raios de luz que define o foco dos objetos fotografados.

Como funciona

O segredo da Lytro é um sensor que consegue captar informações como cor, intensidade e direção vetorial dos raios de luz na cena. Esta informação direcional é completamente perdida nos sensores das câmeras convencionais, que simplesmente capta todos os raios de luz e os interpreta como uma fonte de luz simples. Na prática, é como se a nova  câmera batesse várias fotografias ao mesmo tempo com distâncias focais diferentes e reunisse toda essa informação em um só arquivo. Fazer isso com uma câmera normal implicaria em várias imagens diferentes.

Com as informações adcionais captadas pelo sensor, sofisticados algoritmos num software permitem usar completamente o campo de luz para alcançar novos recursos como alterar o foco de uma fotografia, obter imagens nítidas com pouca luz e até fotos 3D.

Na imagem abaixo, pode-se ver uma mesma fotografia feita com uma câmera Lytro com três ajustes foco diferentes.


Confira a galeria de imagens da Lytro e brinque um pouco com o efeito do software.

Máquinas lomográficas

A lomografia se tornou uma arte pop praticada por anônimos do mundo inteiro. Antes, a velha Lomo era aúnica “ferramenta” destes artistas  instanâneos, mas esta nova arte se expandiu, amadureceu e agora conta com uma linha mais ampla e exótica de novas “ferramentas”.

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Artigo relacionado: Lomografia

Fonte: www.lomography.com

Lomografia

Esqueça as poses, o enquadramento, o estudo de luz e sombra para se obter uma boa fotografia: a lomografia é o contrário de tudo isto.

A lomografia é a arte de retratar imagens do cotidiano de forma espontânea e sem regras. A idéia básica da lomografia é retratar com diversão, espontaneidade e improvisação. Tudo começou em 1982 quando o Ministério da Defesa russo ordenou à fábrica LOMO de armas e produtos óticos que fabricassem uma versão improvisada da câmera Cosina CX-1, sendo batizado de LOMO LC-A. Até aí, a Lomo era apenas uma câmera ordinária com lentes de plástico fabricada na Rússia e exportada para outros países comunistas do leste europeu. A Lomo se tornou pop em 1991, quando dois estudantes vienenses passeavam por Praga e compraram uma destas máquinas e começaram a fotografar de todas as maneiras. Quando revelaram os filmes, ficaram surpresos com as fotos de estranha beleza: contrastes marcantes e cores saturadas. As perguntas logo começaram a surgir e em pouco tempo, todos queriam ter uma Lomo: nascia a Sociedade Lomográfica Internacional em Viena.

As 10 Regras de Ouro da Lomografia

Todo site ou artigo que você pesquisar sobre lomografia, irá listar as tais “dez regras de ouro da lomografia”. Na verdade, até os lomógrafos tiram onda destas tais regras, já que elas não existem, pois na lomografia, não existem regras de como fotografar. Então, esqueça as 10 regras. O negócio é fotografar sem planejar o resultado das fotos. Mas se quiser conhecer as dez benditas regras de ouro que “definem oficialmente” a arte da lomografia, veja no site oficial Lomography.org

Lomografia para todos

A lomografia pode ser considerada uma arte popular, já que está ao alcance de qualquer um que tiver uma câmera analógica na mão (não necessariamente mente uma Lomo). E que não exige conhecimento técnico e artístico previamente adquirido como nas artes plásticas ou literatura, onde o artista deve se preparar por anos antes de chegar a um ponto de qualidade. Na lomografia qualquer trabalho atinge status de arte.

A Lomo

Ela não é digital, tem lentes baratas, deixa vazar luz no filme, produz fotos com cores saturadas e estranhas sombras escuras ao redor, além de outros defeitos que tornam as lomografias tão peculiares e bacanas. Os resultados inesperados e surpreendentes de cada lomografia é o que torna a Lomo tão especial. São os “defeitos” que as máquinas digitais nunca reproduzirão: bem vindo ao mundo analógico!

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Veredicto: ” de câmara fotográfica ordinária a instrumento de arte pop”

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Fonte: www.lomography.com.br