Gatos são uma ameaça à vida selvagem.

Fofos, adoráves e… assassinos. Um relatório chocante do Smithsonian Conservation Biology Institute, dos Estados Unidos, constatou que os gatos matam muito mais bichos do que se acreditava anteriormente. Nos EUA, seu potencial genocida é de 30 bilhões de aves e 4 milhões de mamíferos por ano. Imagem

O líder da pesquisa, Scott Lost, explicou que a maioria dos ataques são praticados por bichanos que não são de estimação (gatos de fazenda e gatos selvagens, por exemplo). “Não há predadores nativos comparáveis aos gatos. Eles representam uma ameaça à vida selvagem”, disse. Segundo Lost, são necessários outros estudos para determinar as espécies mais ameaçadas.

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Fonte: Metro International

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Lula segundo Jabor

Lula fichado pelo DOPS

O presidente de vocês, daqueles que o elegeram, daqueles que compartilham a sujeira com ele, daqueles que o acobertam na mídia, daqueles que batem palmas, que se ajoelham, que se envergam em busca de recursos e desinformação, daqueles que lhe dão 70% de aprovação, chegou ao seu nível moral mais baixo, abaixo até do ponto de ebulição do álcool!
Nada está abaixo do Lula. O  Lula do “sifu”, do “porra”, do “cacete”, “sabe”, se colocou numa posição inferior, não como Presidente da República, mas como gente mesmo.

Se o álcool não lhe trava a língua nem o faz escolher palavras do seu enorme minidicionário, o que sabemos é o que o álcool não faz com ninguém, ainda assim existem assessores, os “aspones”, e toda a sorte de lacaios pagos a peso de ouro para vigiar e reparar o rei nudista, descuidado, impregnado de falsa santidade, que se acha um profeta sábio a dar lições de moral aprendidas no PCC a presidentes eleitos, como Barack Obama.
Lula tem carreira, tem currículo e folha corrida de safadezas verbais e não-verbais.
A linguagem chula é a sua primeira natureza. Lula, o pele vermelha e calórica, é isso há muitos anos.

Mas né é de sua incontinência verbal (verborréia) que estou a tratar, e sim de sua vulgaridade ímpar, desmedida, tantas vezes por nós denunciada.
Lula é um homem sem caráter; traidor dos amigos da quadrilha, porque não se faz o que ele fez com José Dirceu, com o Gushiken, com o Genoíno.
Nem na prisão deixam de valer o código de ética  e de moral – uma moral suja, uma ética suja, mas ainda sim uma moral e ética de “petralhas”. Lula, o vermelho não tem nada disso.
Pior do que imoral, Lula é ilegal. Lula é um vício de origem.

Os que dele se acercam, devem saber disso. Se sabem, são viciadores também.
Tampuco se diga que ele fala a linguagem do povo para se fazer de querido por ele.
Conversa mole, conversa de institutos de pesquisa, conversa de “datalulas” cuja ética ainda está para ser revelada.
Lula está deixando o povo com a sua cara, a sua fuça, a sua carantonha vulgar e baixa.
A nossa tão propalada “macunaimidade” era regional, pontual.

Com Lula, ela virou instituição nacional permanente.
Não é para isso que trabalha incansavelmente a Saúde/Educação do imoral Temporão e seu Pênis pedagógico?
O povo pode parecer com o Lula, mas ainda não é o Lula.
É diferente, o povo ainda pode lavar a cara todas as manhãs, que a sujeira sai.
Mas Lula não, no máximo pode ser maquiado pela enésima vez pelos puxa-sacos de sua laia, engolir uns “Engovs” e seguir sua rotina de laxista irresponsável.

O “inaudível” “sifú” pronunciado publicamente entrou para a história do Brasil, a história da infâmia do Brasil.
Mais uma da enorme série do Lula, o “serial killer” da vergonha, o personagem central dessa quadra de desonra, de baixeza da vida nacional.
Lula e seus lacaios deixaram as instituições assim:
o Parlamento, a Justiça, a Democracia, a Soberania Nacional, a Imprensa.
A marca venal é desse tamanho e contamina a sociedade inteira comprometendo o seu futuro.

E ainda essa gente assemelhada a ele quer apagar o passado brasileiro, e destruir os registros da nossa moral e os documentos da nossa boa fé, da nossa honestidade como povo.
Tudo isso para quê?
Para elevar um sujeito vulgar e desprezível à condição de líder máximo do socialismo no Brasil.
É esse sentimento que me faz voltar a todo o momento não a ele, Lula, o infame, mas para a mídio e os intelectuais de miolo que o protegem, que fingem que nada vêem., que nada ouvem.

A legião de infames que o cercam e o embelezam não pára de crescer.

Esse artigo é para vocês, jornalistas que o acham “pop” e “extravagante”.

(Arnalo Jabor)

As belíssimas motocicletas da Avinton

Se você entende de motocicletas, deve conhecer a saudosa Buell, aquelas cafe-racers com motor V2 e entre-eixos curtos. Pois é, durante a crise norte-americana, a Harley-Davidson resolveu fechar a Buell e extinguiu aqueles modelos que “faziam curvas como ninguém” e deixou muitos fãs da marca a ver navios. Mas a francesa Avinton segue a mesma receita e produz belíssimas motocicletas com um imenso motor S&S V2 de 1640cc de deslocamento, quatro válvulas por cilindro com comando lateral. Inesperadamente, a alimentação do motor é feita por um carburador eletrônico Keihin FCR-46 ao invés de injeção eletrônica. Apesar do motor avantajado, o peso dos modelos fica em torno de apenas 185 kg a seco.

Linha de motocicletas Avinton

As motocicletas são fabricadas à mão na cidade de Sommières, no sul da França. Visualmente, as Avinton passam a mesma impressão que os carros da holandesa Spyker: você bate o olho e vê algo artesanal, exclusivo. Exclusividade que não deixa de ser verdadeira, afinal na Europa os preços vão de 33,5 a 79,8 mil euros (aqui no Brasil isto poderia ser considerado entre 127 e 300 mil reais). Pelos preços astronômicos, os ricos compradores tem opção de escolher o estofamento sob medida, rodas, amortecedores, cores e ergonomia numa visita com o presidente da empresa e seus artesãos.

Os modelos tem design assinado por Joel Domergue e são herança da marca Wakan que fechou as portas e ressurgiu como Avinton. A gama da marca francesa se resume a um único modelo, a Collector que é montada em três versões: GT, Race e Roadster. As fichas técnicas e desempenho das três versões são idênticas, o único detalhe que varia entre uma e outra é a geometria do guidão: Motocicletas Avinton

Leico - Ficha Técnica da Avinton Collector GT

Pode chamar de Black Fraude

Black Friday brasileiraComo bons brasileiros, copiamos quase tudo o que os americanos fazem. O último plágio foi a Black Friday, a sexta-feira de descontos que o varejo norte-americano realiza todo fim de ano com descontos de até 70%. Mas aqui no Brasil existe a cultura da malandragem, e muita gente saiu reclamando que na verdade não houve desconto algum na Black Friday tupiniquim. E eles não estão errados: segundo o Programa de Administração do Varejo (Provar) que analisou o preço de 1,7 mil produtos, os varejistas aumentaram os preços em 8,5% dias antes da “super promoção” e no fim das contas, apenas 2,8% dos produtos analisados tiveram o preço realmente reduzido.

Honda PCX no Brasil

Quando a Dafra lançou a Citycom 300i no Brasil, eu logo imaginei que mais cedo ou mais tarde a concorrência iria correr atrás do prejuízo. Não a Suzuki que se contenta em vender a pequena Burgman I e no outro extremo as Burgman 400/650, mas sim a Honda que é muito dinâmica no mercado e tem poderio para isto. Todos apostavam que ela traria a consagrada SH 300i, mas agora vem a notícia de que será a PCX 150. As publicações especializadas alardeiam esta scooter da Honda como “sensação na Europa” por seu visual moderno e porte avantajado para sua cilindrada.

honda-pcx-150-2013-brasil

E o visual é mesmo muito bacana, o único senão é o guidão de moto que parece ter sido adaptado na scooter. Mas acho que a estrela mesmo é o avançado motor que tem tecnologia inédita  no Brasil, entre as motos de pequena cilindrada. O sistema Indling Stop System desativa o motor a combustão depois de 3 segundos em marcha lenta e ativa um outro motor elétrico . Quando o scooter é novamente solicitado, o motor elétrico proporciona uma arrancada mais forte com a energia acumulada e volta a dar lugar ao motor à combustão. A Honda da Itália divulga um motor de 153 cm³ refrigerado a água, injeção PGM-FI com duas válvulas e potência de 13,6 cv a 8500 rpm e torque de 1,4 kgf.m a 5250 rpm. Segundo os italianos, a PCX é capaz de fazer 44,6 km/l. Com seu tanque de 6 litros tem então uma autonomia de 270 km.

Honda PCX 150

O problema do PCX deverá ser a manutenção cara por ser equipada com um motor tão tecnológico, e por carenagens de scooter serem naturalmente caras em caso de reposição. Seguindo a política de preços da Honda, o PCX mesmo com apenas 150 cc deverá beirar os R$ 10 mil, tendo em vista que a NX 150 Bros ESD Mix já custa R$ 9,2 mil. Se assim for, a Dafra Citycom continuará sendo melhor custo-benefício.

Honda PCX 150

Leico - Fichas Técnicas