Ferrótipo

Uma forma antiga de fotografia instantânea

Em 2011, uma foto de Billy the Kid feita com ferrótipo foi vendida em um leilão por 2,3 milhões de dólares. Tirada por volta de 1880, é uma das fotos mais caras já vendidas.

O cientista americano Hamilton Smith patenteou o processo fotográfico de ferrotipia em 1856. Ele utilizava uma folha de chumbo ou ferro em vez de uma lâmina fotográfica de vidro. A folha, revestida com uma camada de asfalto, era tratada com colódio líquido e mergulhada numa solução de nitrato de prata antes de ser colocada na câmera. Os ferrótipos costumavam ter várias chapas. Um mecanismo simples as colocava na posição para serem expostas ao objeto a ser fotografado através do sistema de lentes. Cada chapa era então mergulhada em uma solução química de ácido pirogálico e, em seguida, em uma solução de tiossulfato de sódio. Em cerca de um minuto, o retrato estava revelado e fixado.

Uma Aptus Automatic de 1913, com lentes Meniscus. Uma câmeras de ferrótipos mais populares..

As câmeras costumavam ter várias lentes de forma que a mesma imagem podia ser repetida sobre a mesma folha de metal. Assim, após a exposição, cada imagem poida ser recortada da chapa.

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